Para empresas
A condução é nossa. A decisão é sua.
Assumimos o processo do desenho da vaga à shortlist. A tecnologia é nossa ferramenta de trabalho, não um sistema que a sua equipe precisa aprender a operar.
O que costuma dar errado
Processos seletivos raramente falham por falta de candidatos. Falham por falta de método: critérios que mudam no meio do caminho, entrevistas que cada pessoa conduz do seu jeito, e uma decisão final que ninguém consegue reconstruir depois.
O que entregamos
- 01
Critérios acordados antes de abrir
A vaga começa pela definição do que a posição realmente exige e de como isso será verificado. Sem esse acordo, cada entrevista vira uma régua diferente.
- 02
Triagem com critério declarado
O formulário da vaga é montado com você: campos, perguntas e, quando faz sentido, critérios eliminatórios. Toda candidatura passa pelos mesmos.
- 03
Avaliação quando a posição pede
Assessments e work samples entram onde acrescentam informação — não como etapa obrigatória para dar volume ao processo.
- 04
Entrevista por competência
Roteiro estruturado, com registro do que foi perguntado e do que foi respondido. Conversa livre não produz comparação.
- 05
Shortlist com o raciocínio junto
Os finalistas chegam com o que sustenta cada indicação e com o que continua em aberto. Você decide com o material à vista.
- 06
Relatório que sobrevive à reunião
O dossiê de cada finalista fica legível meses depois, para quem não participou do processo.
O que não fazemos
- Não entregamos nota geral de candidato nem ranking automático. A comparação é feita por critério, e a escolha é humana.
- Não prometemos contratação. Prometemos um processo que você consegue auditar.
- Não vendemos acesso à plataforma como produto. Ela é o instrumento com que trabalhamos.
Comece pela posição
A primeira conversa é sobre o que você precisa contratar e o que já foi tentado. Sem apresentação de pacote.